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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Uma boa notícia para o meio ambiente: chega ao mercado o 1º açúcar sustentável

A primeira certificação de acordo com o padrão de sustentabilidade ambiental e social da Bonsucro é a da usina Raízen Maracaí, com uma produção de mais de 130 mil toneladas de açúcar e 63 mil metros cúbicos de etanol.  O primeiro comprador do açúcar certificado foi a engarrafadora local da Coca Cola. Bonsucro é uma iniciativa mundial por parte de múltiplas partes interessadas para reduzir os impactos ambientais e sociais da produção de cana-de-açúcar.  Ela foi desenvolvida a partir de outro movimento mais antigo, a Iniciativa pela Melhor Açúcar-de-Cana, da Rede WWF.  O padrão Bonsucro de melhor manejo da cana-de-açúcar identifica e trata dos principais impactos sociais e ambientais da produção de cana-de-açúcar em áreas como a adequação à legislação, impactos sobre a biodiversidade e os ecossistemas, direitos humanos, produção e processamento, estabelecendo indicadores de melhoria contínua. 

“Como parte de nossos esforços para tornar sustentável a base do mercado mundial de açúcar, o foco da Rede WWF será, agora, trabalhar junto aos produtores para promover a certificação conforme o padrão Bonsucro, bem como trabalhar com os líderes da indústria e com seus principais compradores para que eles assumam o compromisso em relação a seus fornecedores”, disse Ogorzalek. 


“O Brasil demonstrou ter grande liderança ao fazer ao fazer com que a indústria se aproxime de um modelo de negócio mais sustentável. A Rede WWF continua compromissada com o trabalho junto às partes interessadas nessa região para monitorar e continuar a aperfeiçoar os padrões, e garantir que eles resultem, efetivamente, na conservação do meio ambiente.”
 
"Considerando a demanda por água da lavoura de cana de açúcar, a certificação é um alento para o futuro mais sustentável do cultivo, para fazer frente às necessidades globais de biocombustíveis, que certamente irá alavancar o cultivo de cana", disse Samuel Barreto, coordenador do Programa Água para a Vida, do WWF-Brasil.  Além disso, segundo Barrêto, o estimulo à participação é da cadeia produtiva é fundamental para estimular e promover boa governança nas bacias hidrográficas.
 
Para o coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente, do WWF-Brasil, Cássio Franco Moreira, coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil, trata-se de um avanço considerável para garantir a sustentabilidade ambiental futura da produção de açúcar e etanol. 
 
“Para o Brasil, é a melhor maneira de aproveitar de forma racional e sustentável sua inequívoca liderança nestes segmentos", avaliou Cassio Moreira Franco, coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil.

FONTE: http://www.wwf.org.br/?29062/Uma-boa-noticia-para-o-meio-ambiente-chega-ao-mercado-o-1-acucar-sustentavel

Classificação dos Seres Vivos

Quando falamos de seres vivos, a primeira coisa que surge em nossos pensamentos são os animais (leão, cachorro, cobra, galinha, etc...). Porém antes de tudo isso existem outras formas de vida que também integram um ecossistema. Para facilitar e agrupar os seres vivos em grupos, foram definidos 5 grandes reinos dos seres vivos.
Reino Monera, Reino Protista, Reino Fungi, Reino Plantae e Reino Animalia.
Cada um destes Reinos, possui indivíduos que compartilham características comuns. Dentro deste modo de separação em reinos, também podemos fazer uma divisão que facilita o estudo.

Reino Monera: Organismos Procarioentes, ou seja, não possuem carioteca (Membrana que envolve o Núcleo da Célula), o seu material genético se encontra disperso no Citoplasma celular.
Reinos Protista, Fungi, Plantae e Animalia: organismos eucariontes, ou seja, possuem carioteca, o material genético se encontra no núcleo celular.

As demais características, indivíduos e descrição dos reinos, veremos mais adiante.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Dia mundial do Meio Ambiente (05/06)

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano. Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente chama a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Os principais objetivos das comemorações são:

1. Mostrar o lado humano das questões ambientais;
2. Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
3. Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
4. Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.

Mata Atlântica



Para comemorar o Dia da Mata Atlântica (27/05), o WWF-Brasil disponibiliza em seu site um jogo educativo e bem humorado sobre o bioma, um dos recordistas em número de animais e plantas no planeta. “Mata Atlântica em Jogo” pretende despertar em cada brasileiro a curiosidade em conhecer, respeitar e preservar essa ecorregião e sua biodiversidade. O aplicativo para internet traz uma série de perguntas e várias opções de respostas. Vídeos, sons, fotos e curiosidades sobre a Mata Atlântica trazem o máximo da sensação de diversidade e realidade encontradas na Mata Atlântica.O objetivo é fazer com que o internauta possa se divertir e aprender. A cada acesso, dez questões são  sorteadas aleatoriamente. O resultado revela o conhecimento do jogador, transformando a porcentagem de acertos em quantidade de mata preservada que existe no coração de cada um. O jogo é voltado para jovens e adultos, mas pode ser também uma ótima oportunidade para pais e mães apresentarem a Mata Atlântica para as crianças.

Para jogar, acesse
mataatlantica.wwf.org.br/mataemjogo

Ciclo de devastação


Em 1832, o naturalista Charles Darwin* ficou maravilhado ao vivenciar a exuberância da fauna e da flora de uma então quase intocada Mata Atlântica, se extendendo pelo litoral brasileiro e chegando até o Paraguai e a Argentina.
Observando paisagens que desapareceram ao longo do tempo, ele comentou que “É fácil especificar os objetos de admiração nesses cenários grandiosos, mas não é possível oferecer uma ideia adequada das emoções que sentimos, entre maravilhados, surpresos e com sublime devoção, capazes de elevar a mente”. Mas, o que já foi a segunda maior floresta tropical do mundo, ocupando porções da Argentina, Paraguai e principalmente do Brasil, onde alcançava 17 estados e mais de 3.200 municípios, está hoje extremamente reduzida. Restando menos de 30% de sua vegetação original, a Mata Atlântica também enfrenta a alta fragmentação de seus remanescentes, sendo reconhecido como o mais degradado dos biomas brasileiros. Parcelas mais antigas e íntegras da floresta somam menos de 7%. Todos os ciclos econômicos, do Pau-Brasil, da mineração de ouro e diamantes, da criação de gado, da cana-de-açúcar e café, a industrialização, a exportação de madeira e os mais recentes plantios de soja e fumo, de eucalipto e pinus, foram ao longo do tempo consumindo a Mata Atlântica. As cidades, hidrelétricas e outros grandes empreendimentos seguem avançando sobre que resta da floresta.

Todavia, se o atual Código Florestal tivesse sido plenamente cumprido, teríamos 30% da Mata Atlântica original, sem contar parques nacionais e outras unidades de conservação.
“O Brasil deve continuar perseguindo o cumprimento de metas nacionais de proteção do bioma. Temos o dever de avançar na manutenção e, principalmente, na recuperação da Mata Atlântica. A sociedade brasileira tem os meios para transformar a Mata Atlântica em um grande caso de sucesso”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

Benefícios e conservação


Mesmo com toda essa devastação, as florestas que sobrevivem ainda ajudam a evitar a queda de encostas, proteger rios e lagos, regular o clima e a qualidade do ar e a oferecer água para oito em cada dez brasileiros, ou mais de 120 milhões de pessoas.
Grandes capitais como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG) dependem completamente das águas que afloram no que resta do bioma e correm por rios como Paraná, Tietê, Doce, Paraíba do Sul, São Francisco, Paranapanema e Ribeira do Iguape, entre muitos outros.
  A Mata Atlântica possui mais de 15 mil espécies de plantas, sendo 45% endêmicas do bioma. Tamanha riqueza representa 5% da flora mundial. O recorde de tipos diferentes de árvores na Amazônia peruana foi de 300 espécies por hectare. Na Mata Atlântica, foram registradas 443 espécies por hectare em Santa Tereza (ES) e 454 no Parque Estadual da Serra do Conduru (BA). Já de animais, o bioma abriga 8 mil espécies, sendo 35% endêmicas. São 848 espécies de aves, 370 de anfíbios, 200 de répteis, 270 de mamíferos e cerca de 350 de peixes.
Atualmente, a Mata Atlântica tem menos de 9% de sua área protegida, mas menos de 2,3% são de unidades de conservação de proteção integral. Na última década, ela ganhou 14 áreas protegidas, somando aproximadamente 400 mil hectares e inluindo o parque estadual de Bertioga, criado pelo governo do Estado de São Paulo em 2010, com apoio do WWF-Brasil. Há 627 reservas particulares na Mata Atlântica, perfazendo mais de 130 mil hectares.

FONTE: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/mata_atlantica/m_atl_news/?28562/Em-jogo-a-conservacao-da-Mata-Atlantica